quarta-feira, 14 de novembro de 2012

Technews

O site de rede social Pinterest anunciou recentemente que adicionou mais uma novidade para os seus murais, as secret boards.


Ao contrário dos murais tradicionais, estas secret boards permitem que o usuário escolha quem poderá acessá-los. Isto é perfeito para planejamento de festas surpresas, alguma informação que não quer que outros vejam, enfim, manter a sua privacidade. Infelizmente não é possível converter um mural tradicional em uma secret board.

Caso esta atualização ainda não tenha aparecido em seu perfil, não se preocupe, pois a empresa já afirmou que tem adicionado gradualmente para todos os usuários do Pinterest, em questão de dias todos a terão. 

Os cientistas da Universidade de Duke, em Durham, Carolina do Norte, anunciaram esta semana a criação de uma “capa de invisibilidade” que consegue esconder pequenos objetos.

Apesar de não tecnicamente ser uma capa em si, mas na verdade uma caixa, ele é feito com um material específico e funciona por meio de micro-ondas. Apesar de impressionante de início, sua tecnologia ainda está em seus estágios iniciais, pois o efeito de invisibilidade ocorre somente em uma posição e ângulo determinado.

Fonte: Texto e imagens www.baboo.com.br

Concurso Fotográfico NUFCA




Concurso Cultural do Núcleo de Fotografia de Campinas (NUFCA):

“O Fim dos Clics?”

Se o mundo acabar, qual foto você deixaria como registro de nossos dias?
As 20 melhores fotos participarão da exposição do NUFCA sobre o fim dos tempos no MIS - Museu da Imagem e do Som de Campinas!

Envie uma foto colorida ou em preto/branco em formato digital “.tiff” com resolução entre 100 e 400 dpi/ppi para o e-mail: fimdomundo.nufca@gmail.com até o dia 30/11/2012.

terça-feira, 13 de novembro de 2012

László Moholy-Nagy



László Moholy-Nagy (Bácsborsód, 20 de julho de 1895 — Chicago, 24 de novembro de 1946) foi designer, fotógrafo, pintor e professor de design pioneiro, conhecido especialmente por ter lecionado na escola Bauhaus.

Ele foi muito influenciado pelo Construtivismo Russo e um defensor da integração entre tecnologia e indústria no design e nas artes. Ele aplicava a técnica de colagem de negativos e uso de instrumentos que interferem artisticamente na impressão das fotos.


Para László Moholy-Nagy não existiam divisões entre a fotografia, a pintura, a escultura e a arquitetura.

A sua visão global foi fundamental em duas das mais importantes escolas de artes visuais deste século, a Bauhaus e o Chicago Institute of Design.
 
Em 1937, a convite de Walter Paepcke, Moholy-Nagy mudou-se para Chicago para tornar-se o diretor da New Bauhaus. Mas a escola perdeu se apoio financeiro e fechou no ano seguinte. Mas Paepcke manteve seu apoio e em 1939, Moholy-Nagy fundou a School of Design que, em 1944, tornou-se o Institute of Design. Moholy-Nagy relata seu esforço para desenvolver o currículo da School of Design em seu livro “Vision in Motion”.

Moholy-Nagy morreu de leucemia em Chicago em 1946.

fonte: http://tipografos.net

segunda-feira, 12 de novembro de 2012

Diante da Dor dos Outros - Susan Sontag



Sinopse

Imagens do sofrimento são apresentadas diariamente pelos meios de comunicação. Graças à televisão e ao computador, imagens de desgraça se tornaram uma espécie de lugar-comum. Mas como a representação da crueldade nos influencia? O que provocam em nós exatamente? Estamos insensibilizados pelo bombardeio de imagens?
Em Ensaios sobre a fotografia, publicado no Brasil no começo dos anos 1980, Susan Sontag abordou o tema em termos que definiram o debate pelas décadas seguintes. Aqui, faz uma nova e profunda reflexão sobre as relações entre notícia, arte e compreensão na representação dos horrores da guerra, da dor e da catástrofe.
Discutindo os argumentos sobre como essas imagens podem inspirar discórdia, fomentar a violência ou criar apatia, a autora evoca a longa história da representação da dor dos outros - desde As desgraças da guerra, de Francisco de Goya (1746-1828), até fotos da Guerra Civil Americana, da Primeira Guerra Mundial, da Guerra Civil Espanhola, dos campos nazistas de extermínio durante a Segunda Guerra, além de imagens contemporâneas de Serra Leoa, Ruanda, Israel, Palestina e de Nova York no 11 de setembro de 2001.
Num texto preciso e provocador, Sontag levanta questões cruciais para a compreensão da vida contemporânea. De sua reflexão surge uma formulação surpreendente e desafiadora: a relevância dessas imagens depende, em última instância, da maneira com que nós, espectadores, as encaramos.

Comentários

Diante desta esclarecedora sinopse não tenho muito a acrescentar, mas gostaria de esclarecer que ela não faz jus à obra, que é muito superior. Sua leitura é leve, porém não desprovida de profundidade, por isso vale minha indicação.
Um assunto colocado no livro me faz pensar até hoje, que, segundo ela, é a capacidade democrática da produção da foto como arte. Ela cita uma exposição feita em Nova Iorque logo após o 11 de setembro, onde foram colocadas todas as fotos produzidas na tragédia, mas de forma anônima. As pessoas podiam comprar as fotos, porém sem saber seu autor até a finalização da compra, ou seja, você estaria comprando uma foto pelo valor da imagem em si. Vale notar que a exposição contava com fotos de grandes fotógrafos, mas sem identificação também. Isto é interessante, pois a fotografia é a única forma de manifestação artística, sem querer entrar na análise do que é produção artística, que pode ser produzida por pessoas que não são artistas, sem conhecimento e desenvolvimento na área. Talvez aí resida sua mágica, a qual cativa milhares de pessoas.

domingo, 11 de novembro de 2012

Poemas - Frost



Stopping by Woods on a Snowy Evening











Whose woods these are I think I know.
His house is in the village though;
He will not see me stopping here
To watch his woods fill up with snow.

My little horse must think it queer
To stop without a farmhouse near
Between the woods and frozen lake
The darkest evening of the year.

He gives his harness bells a shake
To ask if there is some mistake.
The only other sound's the sweep
Of easy wind and downy flake.

The woods are lovely, dark and deep.
But I have promises to keep,
And miles to go before I sleep,
And miles to go before I sleep.

Robert Frost