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terça-feira, 20 de agosto de 2013

Captura de imagens em alta velocidade

A empresa MetroLaser criou um sistema de espelhos para reflexão que consegue capturar imagens com movimentos de até 12 mil km/h.

O “truque” no sistema da MetroLaser foi fazer espelhos móveis, ajustados para detectar a movimentação em escala de objetos passando pela lente e refletir a luz para o sensor eliminando borrões e distorções. Fora isso, o aparelho poderá ser acoplado à muitas câmeras digitais atuais.

A técnica é necessária por ser praticamente impossível construir um obturador capaz de se mover em velocidades tão grandes sem destruir a si mesmo e a própria câmera. Dessa forma, os espelhos praticamente cancelam o movimento dos objetos sem de fato funcionarem na mesma velocidade do movimento que acontece na frente da lente da câmera.

segunda-feira, 19 de agosto de 2013

Thomas Sutton

Thomas Sutton (1819 - 1875), foi um fotógrafo Inglês, autor e inventor.

Thomas Sutton foi para a escola em Newington Butts e estudou arquitetura por quatro anos antes de estudar em Caius College, Cambridge, graduando-se em 1846. Ele abriu um estúdio fotográfico em Jersey, no ano seguinte, sob o patrocínio do príncipe Albert . Em 1855, ele montou uma empresa fotográfica em Jersey com o parceiro de negócios Louis Désiré Blanquart-Evrard, que produziu fotos de negativos calótipo. No ano seguinte, Sutton e Blanquart-Evrard fundaram a revista "Notas fotográficas", que Sutton editou por onze anos. Um autor prolífico, Sutton escreveu uma série de livros sobre o fotografia, incluindo o Dicionário de Fotografia em 1858.

Em 1859, Sutton desenvolveu a primeira câmera panorâmica com uma lente grande-angular. A lente consistia de uma esfera de vidro cheio de água, o qual projetava uma imagem sobre uma placa curva. A câmera era capaz de capturar uma imagem em um arco de 120 graus.

Em 1861, Sutton criou a primeira câmera reflex.

Sutton foi o fotógrafo pioneiro da demonstração da fotografia a cores de James Clerk Maxwell em 1861. Em um teste prático de um experimento de Maxwell que já havia publicado, em 1855, Sutton tirou três fotografias  em preto-e-branco de uma fita multicolorida, uma através de um filtro azul, uma através de um filtro verde e um através de um filtro vermelho. Utilizando três projetores equipados com filtros semelhantes, as três fotografias foram projetadas sobrepostas em uma tela. Os materiais fotográficos disponíveis para Sutton eram principalmente sensíveis à luz azul, quase sensível ao verde e praticamente insensíveis ao vermelho, de modo que o resultado foi apenas um sucesso parcial.

Quarenta anos depois, placas adequadamente pancromáticas e filmes tinham feito uma excelente reprodução de cores possível por este método, como demonstrado pelo trabalho de Sergey Prokudin-Gorsky. O princípio de reproduzir uma gama completa de cores através da análise de três cores em síntese baseia-se na natureza da visão de cores humana e fundamenta as tecnologias de imagem de cor quase todas as químicas práticas e eletrônicas. A fita de Sutton é às vezes chamada de a primeira fotografia em cores da história.
Havia, de fato, anteriormente e possivelmente melhores fotografias coloridas feitas por pesquisadores que usavam processos completamente diferentes, porém puramente químicos, mas as cores rapidamente desapareciam quando expostos à luz para visualização. As fotografias de Sutton preservavam as informações de cor em imagens de prata preto-e-branco que não continham corantes reais, então eles eram muito leves, rápidos e duráveis e o conjunto pode ser razoavelmente descrito como a primeira fotografia colorida de modo permanente.

Sutton também trabalhou no desenvolvimento de chapas fotográficas secas.

terça-feira, 30 de julho de 2013

Lentes Petzval


A empresa de fotografia Lomography está disposta a reviver um famoso acessório que ficou esquecido com o passar do tempo: a companhia começou um projeto no Kickstarter para trazer de volta as lentes Petzval.

Inventadas em 1840 por Joseph Petzval, essas lentes de abertura f/3.6 foram muito usadas no século XIX para retratar pessoas, já que produz uma imagem com plano de fundo distorcido, baixa profundidade de campo e além de cores saturadas – uma combinação difícil de ser reproduzida até por mestres do Photoshop.

As novas lentes teriam a mesma aparência das originais, hoje já deterioradas por conta do tempo, e funcionariam com modelos de câmeras DSLR e 35mm das fabricantes Canon e Nikon.O preço fica em US$ 499 (cerca de R$ 1 mil)

Confira o desempenho da lente no vídeo acima.

terça-feira, 23 de julho de 2013

KaleidoCamera

Um grupo de pesquisadores alemães acabou de publicar um vídeo que mostra uma tecnologia impressionante. Trata-se da KaleidoCamera, uma câmera que pode capturar diferentes faixas espectrais, ângulos e focos das imagens, gerando um arquivo de fácil pós-processamento para facilitar a vida dos fotógrafos. O projeto surgiu na Saarland University, em Saarbrücken (Alemanha).

Em apenas um acionamento do obturador é possível registrar elementos em diversas situações — em relação ao ângulo dos objetos e da própria câmera. Isso permite que os fotógrafos escolham exatamente qual será o principal ponto focal das fotografias capturadas, além de poder escolher diferentes formas de absorção das cores presentes nos objetos que estão sendo fotografados.

Ainda não há previsão de chegada da KaleidoCamera ao mercado.

Veja o vídeo para entender melhor a proposta da pesquisa.
 

terça-feira, 9 de julho de 2013

Nikon Symphony

O fotógrafo Benjamin Von Wong produziu a “Nikon Symphony” que foi feita com 14 câmeras que, em um ritmo composto por um colega de Von Wong,produzem uma música com o barulho do obturador, da navegação entre menus e até do disparo do flash.

O conjunto de equipamentos custa cerca de US$ 30 mil, mas todas as máquinas foram cedidas pelo Nikon Professional Services, já que o vídeo é uma boa propaganda para a empresa. No canal do autor, é possível até baixar a música em MP3.


terça-feira, 18 de junho de 2013

Pentax renova câmeras com várias cores

A empresa resolveu apresentar novos modelos. O principal destaque das novatas são algumas atualizações internas, em relação à geração K-30, e a extrema personalização dos produtos. Você pode escolher as mais variadas combinações de cores (120 no total).

Para substituir a Q10, compacta, a marca apresentou a Q7 que permite a troca das lentes por outros modelos também compactos.

Para completar a lista de configurações da nova linha de câmeras, a fabricante resolveu adotar o padrão de armazenamento em cartões Eye-Fi para os modelos, o que permite transferir imagens para computadores, tablets e smartphones sem a necessidade de utilizar cabos.

O lançamento dos modelos está marcado para agosto deste ano. Informações sobre os países para onde as câmeras devem ser exportadas não foram reveladas.


terça-feira, 11 de junho de 2013

Polaroid PXS80


O mais recente lançamento da empresa Polaroid é a PXS80, uma action camera que de pequena só tem tamanho. O aparelho grava vídeos em Full HD e é ideal para registro de aventuras e esportes radicais.
A Polaroid XS80 é à prova d’água e resiste a até 30 m de profundidade. É possível registrar imagens com resolução de 3 a 16 megapixels. A câmera ainda tem modo 120 graus, modo de gravação de vídeo em Full HD, 720p ou VGA e tecnologia anti-shake, para melhor qualidade das imagens em movimento. O espaço para guardar fotos e vídeos é de até 32 GB.

Será preciso desembolsar US$ 130 (cerca de R$ 260 em conversão direta) para adquirir a action camera já com a estrutura para capacetes.

terça-feira, 28 de maio de 2013

Galaxy S4 x IPhone 5

O laboratório DXO Mark realizou testes completos com a câmera digital presente no smartphone mais poderoso da Samsung: o Galaxy S4. E depois de analisar todos os pontos positivos e negativos do hardware, o DXO relatou que o celular da empresa sul-coreana estaria com uma câmera mais poderosa do que a presente nos iPhones 5 — contrariando uma série de estudos feitos anteriormente por outras empresas.

O laboratório DXO Mark realizou testes completos com a câmera digital presente no smartphone mais poderoso da Samsung: o Galaxy S4. E depois de analisar todos os pontos positivos e negativos do hardware, o DXO relatou que o celular da empresa sul-coreana estaria com uma câmera mais poderosa do que a presente nos iPhones 5 — contrariando uma série de estudos feitos anteriormente por outras empresas.

O smartphone da Samsung se saiu melhor nos seguintes quesitos: foco automático, texturas, redução de ruídos e fotografias com Flash. Ao mesmo tempo, ele perdeu para o iPhone em: exposição e contraste e artefatos. Quando comparados os sistemas de gravação de vídeos, o iPhone só não se saiu melhor que o Galaxy S4 quando comparadas as exposições e contrastes.

Mesmo assim, o Galaxy S4 atingiu a média de 75 pontos, enquanto o iPhone 5 conseguiu 72 pontos — o primeiro colocado no ranking do DXO ainda é o Nokia Pureview 808, que chegou aos 77 pontos. É válido dizer que os aparelhos foram testados independentemente. Ou seja, não houve comparações diretas entre eles no momento das análises.


Pontos positivos de cada aparelho

O DXO Mark afirma que os principais pontos positivos do iPhone 5 são a ótima captura de luz e cor das imagens, mesmo em momentos de grande luminosidade externa. Também foi destacado o foco automótico, que mostrou-se preciso e consistente. Quando fala sobre o Galaxy S4, o DXO diz que o aparelho tem bons resultados em exposição automática e também nas fotografias com Flash.

Fonte: DXO

quarta-feira, 22 de maio de 2013

sexta-feira, 10 de maio de 2013

Fotografia de bolso: a democratização da fotografia



Artigo da iStockphoto mostra como os smartphones estão assumindo o papel de principal câmera nas mãos dos consumidores. O artigo abaixo foi resumido.

Mobilidade global

Em 2013, as estimativas preveem que as vendas de smartphones superarão as de outros tipos de telefones celulares pela primeira vez. Esse dado, aliado ao uso cada vez maior da internet móvel, é sinônimo de uma grande explosão da fotografia social. Nosso país terminou março de 2013 com 264 milhões de celulares — ou seja, em cada grupo de 100 habitantes existem 133 celulares conectados.

Compartilhamento “instantâneo” de fotos ao longo dos anos

Tintype foi a primeira fotografia "instantânea": você precisava ficar completamente parado por 15 segundos (e aguardar outros 10 minutos para ter uma fotografia impressa para exibir aos amigos). Com o Google Glass, você poderá captar e compartilhar vídeos em tempo real de todas as coisas legais que você faz por aí, como pular de paraquedas ou passear no parque.


Jornalismo mobile

Os fotógrafos da revista Time usaram fotografia via celular para documentar a passagem do furacão Sandy e compartilhar as imagens imediatamente. O famoso periódico chegou até mesmo a usar um desses registros na sua capa.




(Fonte das imagens: Divulgação/iStockphoto)

domingo, 23 de maio de 2010

Siglas de Lentes Parte VIII - Olympus

ED (Extra-Low Dispersion Glass - Vidro Extra de Baixa Dispersão)
É um dos elementos mais caros, mas em compensação de maior qualidade, uma vez que seu trabalho é reduzir a aberração cromática ou a chamada a "cor fringing". Todas as lentes Olympus (exceto as lentes as Crummiest) incluem pelo menos um elemento ED.

Super ED (Super Extra-Low Dispersion Glass - Super Vidro Extra de Baixa Dispersão)
Seria uma versão mais nova e eficaz da ótica ED da Olympus, com maior poder na redução da aberração cromática ou "cor fringing". A Olymus não explica em detalhes os detalhes desta tecnologia, mas as lentes Super ED teriam um estágio secreto duplo de funcionamento.

SWD (Supersonic Wave Drive - Motor de Onda Supersônica)
Trata-se de um motor piezelétrico que contribui para tornar a operação de auto foco (AF) mais rápida e principalmente mais silenciosa. Semelhante ao USM da Canon ou o sistema AF-S das lentes Nikon.

OM (Manual Focus - Focagem Manual)
Essa sigla determina as antigas lentes do sistema de filme 35mm da Olympus.
Elas não operam nos corpos das câmeras modernas da marca, a não ser que seja usado um adaptador "MF-1 OM Adaptador", que custa na faixa de 100 dólares. A Olympus explica que pode ocorrer uma redução nas aberturas de operação das lentes ao se usar o adaptador, como por exemplo de f5.6 cair para f8.

Nota: as objetivas Olympus são anunciadas para venda pelo nome de ZUICO. Ex.: ZUIKO DIGITAL ED 50-200 mm 1:2. 8-3.5 SWD

terça-feira, 11 de maio de 2010

A Câmera Mamute

No início do séc. XX, época áurea dos caminhos-de-ferro, a fotografia dá os primeiros passos. De uma ligação improvável, sob o mote “A maior fotografia no mundo, do mais belo comboio no mundo”, eis que nasce a Camera Mamute, com o intuito singular de fotografar em grande plano o comboio estrela da Chigago & Alton Railway: The Alton Limited. O seu autor, George Raymond Lawrence, (1868-1938) é, provavelmente, um nome pouco familiar para a maioria das pessoas, mas decerto muito importante na História da Fotografia.

Nascido em nos Estados Unidos, em Ottawa, Illinois, mudou-se para Chicago para aí encontrar a Fotografia. De entre as suas muitas conquistas estão o aperfeiçoamento do uso do flash, a invenção de balões e papagaios para fotografia aérea e grandes avanços na fotografia panorâmica, culminando na criação da maior camera do mundo: The Mammoth Camera, ou Camera Mamute.

Por volta de 1900, a rede de caminhos de ferro americana desenvolvia-se a um ritmo acelerado e a concorrência fazia-se já sentir, como tal, a companhia ferroviária Chicago & Alton Railway incumbiu Lawrence de fazer as maiores fotografias alguma vez feitas da sua estrela, o novo e luxuoso comboio de passageiros, The Alton Limited.

Construída pelo renomado J. A. Anderson, a Mammoth Camera fez jus ao seu nome em vários aspectos, custando cerca de $5,000 (o suficiente para comprar uma casa substancial no início do Séc.XX!), pesando uns impressionantes 640 kg, media mais de quatro metros de comprimento, usava negativos de 1.35m x 2.40m, era transportada num vagão especial e eram necessários 15 homens para a mover e operar. A camera era grande o suficiente para que a sua limpeza pudesse ser feita por um funcionário no interior da mesma. Tendo sido construída apenas uma placa de negativo, o inventivo fotógrafo teve apenas uma única oportunidade para fotografar. Foi bem sucedido.

A revelação da cópia medindo 1.35 x 2.40m necessitava, além de papel especialmente feito para o efeito, 45 litros de soluções químicas. Três imensas cópias foram expostas com grande êxito na Exposição Universal de Paris de 1900, onde, por aquela única fotografia, Lawrence recebeu o Grande Prémio Mundial para a Excelência Fotográfica. Um dado curioso é que, nessa mesma exposição que coroou o trabalho do fotógrafo, os juízes chegaram as pensar que a fotografia seria falsa, uma vez que lhes era inconcebível uma camera de tais dimensões capaz de produzir tal fotografia. Tudo foi esclarecido quando o próprio Cônsul francês em Nova Iorque se deslocou a Chicago e verificou a existência e funcionalidade da colossal máquina. Indo ao encontro do objectivo inicial, a fotografia foi também reproduzida nos folhetos publicitários da companhia ferroviária, que anunciavam: “The largest photograph in the World of the handsomest train in the World.” (A maior fotografia do mundo, do mais belo comboio do mundo.)


fonte:www.arteum.terra.com.br

domingo, 9 de maio de 2010

Siglas de Lentes Parte VI - Sony-Minolta

MF (Manual Focus - Foco Manual)
São velhas lentes de foco manual da Minolta. Para operar nos corpos Sony Alpha mais modernos, necessitam de um adaptador especial.

MD (Minimum Diaphragm - Diafragma Mínimo)
Acredita-se que signifique "Minimum Diaphragm", pois as lentes MD têm uma aba para indicar qual a abertura mínima da lente ao corpo.

ED (Extra-Low Dispesion Glass - Elemento ótico extra de baixa dispersão)
Trata-se dos um elementos óticos de baixa dispersão, ou seja, um elemento ótico caro e de altíssima qualidade que garante redução da aberração cromática ou "cor fringing"

IF (Internal Focusing - Focagem Interna)
É o foco interno. Significa dizer que a lente não tem o comprimento físico modificado em relação ao trabalho de focagem.

SSM (Supersonic Wave Drive - Motor de Onda Supersônica)
Trata-se de um motor piezelétrico que contribui para tornar a operação de auto foco (AF) mais rápida e principalmente mais silenciosa. Semelhante ao USM da Canon ou o sistema AF-S das lentes Nikon.

ADI (Advanced Distance Integration - Integração de Distância Avançada)
É o sistema de medição integrado para flashs. Esse sistema está disponível desde as Alpha A100, utilizando flash externo TTL da Sony. Ele fornece medição mais avançada do que o sistema convencional TTL (medição pela lente), independendo da refletividade de luz do assunto ou do fundo da cena. Este sistema determina a potência do flash, dispensando o uso de pre-flash para medir a exposição apropriada.

DT
São as lentes Sony projetadas para cobrir toda a superfície dos sensores APS-C (cropados). Uma grande vantagem é produzir lentes mais compactas e menores, não precisando o fotógrafo carregar lentes pesadas do sistema Full Frame. A desvantagem deste sistema é que essas lentes não poderão ser usadas em corpos Full Frame ou filme 35mm, justamente por não conseguirem preencher todo o fotograma exigido.

G (Golden - Douradas)
São as lentes de maior qualidade do sistema Sony Minolta. Possuem grandes aberturas, alta durabilidade e os seus elementos óticos possuem tratamento ED de baixa dispersão, produzindo imagens com uma resposta de cor mais fiel e baixa aberração cromática, além de posuir SSM e focagem interna. Definitivamente uma lente para profissionais avançados e que estão dispostos a pagar por essa tecnologia. Seria o equivalente das lentes L do sistema Canon.

T (Treatment - Tratamento)
Refere-se a um revestimento ótico anti-refletivo desenvolvido pela Carl Zeiss nos anos 1970. Essa tecnologia permite aumentar a transmissão de luz, reduzindo as reflexões dentro da objetiva, corrigindo as ondas de baixo contraste crescente. Em princípio, as lentes de câmeras SLR digitais de todos os fabricantes possuem algum revestimento semelhante.

APO (Apochromatic Treatment - Tratamento Apocromático)
Define a tecnologia apocromática utilizado nos elementos óticos das objetivas Sony, para que haja uma menor aberração cromática nas imagens.

HS (High Speed - Alta Velocidade)
Presentes em algumas objetivas "G", traduzindo aquelas que focam mais rapidamente apesar de não possuir motor piezelétrico (SSM).

quarta-feira, 5 de maio de 2010

Maior câmera do mundo

A maior câmera do mundo é uma "PINHOLE" que foi criada com a finalidade e as especificações abaixo:

Fotos de 4,5 m x 1,2 m
O fotógrafo português Mica Costa-Grande usou uma câmera gigante dentro do baú de um caminhão As fotos tinham 4,5 metros de largura por 1,2 metro de altura.Projeto de nome "O Brasil pelo buraco da agulha".

De Roraima a Foz do Iguaçu
Costa-Grande saiu de Roraima no final de outubro de 2007 ou começo de setembro e percorrereu 25 mil quilômetros até Foz do Iguaçu.

Como funcionava a câmera
A maior câmera fotográfica móvel do mundo fez fotografias panorâmicas durante o trajeto. Através de um furo de 2 milímetros, a exposição de cada foto à luz, será de 8 a 12 horas. Neste espaço de tempo (a 1/125 s), poderiam ser feitas 3,5 milhões de fotografias. Os negativos de 5 m2 são cerca de 5.000 vezes maiores que o formato 35 mm.

Foi um evento promocional, porém onde passou causou curiosidade e espanto a ponto de o fotógrafo ter que mudar seu roteiro original para atender a pedidos de cidades que que queriam conhecer esta maravilha, apesar de usar um princípio tecnológico do século 19.
Por isso chega-se a conclusão que a fotografia, independentemente da tecnologia aplicada, ainda pode causar espanto.

terça-feira, 27 de abril de 2010

Primeira câmera digital

Vamos voltar ao ano de 1975. Havia uma disputa interna por tecnologia na Kodak. De um lado o sistema de cores dos slides Kodakrome e do outro a Kodak Instamatic. Foi quando o pesquisador dessa empresa, Steve Sasson, juntando peças sobressalentes apresenta a primeira câmera digital do mundo. Steve capturou uma imagem com a resolução de 0.1 Megapixels e levou 23 segundos para gravá-la em uma fita cassete. Para exibi-la em uma TV foram mais 23 segundos.Em 1976 o autor do projeto apresentou aos executivos da Kodak a nova máquina de fazer “fotos sem filme”.Isso não deve ter agradado,já que a Kodak era uma das maiores fabricantes de filmes, mas mesmo assim foi patenteado em 1976.
A Kodak estava com uma mina de ouro nas mãos tanto no aspecto de tecnologia como mercadológico, mas perdeu a oportunidade de mostrar ao mundo a grande descoberta dos seus técnicos.

Por Miguel Netto

domingo, 16 de agosto de 2009

Minha primeira máquina digital




Chegou o momento de você adquirir sua primeira câmera digital ou trocar a que ganhou de presente, então você vai à loja e o vendedor mostra uma infinidade de aparelhos, que supostamente um é melhor que o outro, máquinas que quase tiram as fotos sozinhas.
Os preços são variados, muitas cores, marcas, umas com pilhas, outras com baterias, uma com 8 Mp, outra com 10, e você se pergunta, qual devo comprar.
Aqui vão algumas dicas para ajudá-los a escolher o aparelho mais adequado as suas necessidades, tendo como base a fotografia amadora e principiante.

1. Qual a melhor marca de câmeras digitais?
Não existe uma melhor, apenas algumas marcas que tem mais tradição no ramo fotográfico que outras.Mas, parta do princípio de comprar aparelhos de companhias que tem sua história firmada no desenvolvimento da fotografia, ou seja, as câmeras são sua atividade principal e não secundária ou terciária.Dicas de fabricantes conceituados e comprovadamente seus aparelhos, na era digital, são bons: Canon, Nikon, Panasonic e Sony, apesar de ser nova no ramo.

2. Quantos megapixels devem ter minha máquina?
Comprar câmeras baseado na quantidade de megapixels é pura perda de dinheiro.
Os megapixels só indicam qual pode ser o tamanho da foto que vai ser revelada.Se você vai querer fotos para pôr em albúns comuns, 10x15 cm ou no máximo um pôster de 15x21 cm, uma câmera com 4 megapixels é suficiente, apesar de não ser possível encontrá-las nas lojas, não são mais fabricadas.Isto mesmo, você não está lendo errado, só 4 mp bastam, o resto é desnecessário, é apenas um artifício das empresas para vender máquinas novas.Atualmente podem se encontrar modelos de 8 mp a bons preços.

3. Câmeras com pilhas ou baterias?
Existem alguns prós e contras em cada uma.
Pilhas.
  • Prós: preço e facilidade de encontrá-las a venda.
  • Contra: carga para poucas fotos.
Baterias.
  • Prós: carga para muitas fotos.
  • Contras: preço e dificuldade de encontrá-las a venda.
4. Zoom Óptico ou Digital?
Sempre dê preferência ao zoom óptico, quanto mais, melhor.
O zoom digital é um artifício de computação, as fotos que utilizam este recurso, na maioria das vezes ficam ruins.

5. Cartão de memória.
Isso é algo que vale gastar algum dinheiro a mais.Pois, quanto mais memória sua máquina tiver, mais fotos e vídeos você poderá fazer e isto é muito importante, principalmente em uma viagem que não se quer perder nenhum detalhe.Porém, um cartão de 4 gb (gigabytes) é suficiente.

6.Recursos "mágicos" da câmera.
Geralmente são mencionados para fazer você comprar o aparelho, mas na prática e no uso comum não servem para muita coisa.Ex. : detector de sorrisos, detector de faces, sensibilidade ISO muito alta, ser a prova d'água, ter entradas HDMI, entre outros.
Obs. pergunte se a câmera possui recursos anti-vibração, este é realmente importante.

7.Se possível, faça um "teste-drive" na hora da compra.
Pegue a câmera na mão, sinta seu peso, veja se ela parece frágil, tire algumas fotos, sinta a máquina, veja se é fácil tirar fotos mesmo sem conhecer o aparelho.
O ideal é se você já viu algumas fotos reveladas por este modelo de máquina, para saber a qualidade final das fotos.

8. Possuir um bom visor LCD.
Um visor ideal é de 3 polegadas, pois você poderá ver com mais clareza se a foto realmente ficou boa logo após tirá-la.

9. Oficinas autorizadas.
Óbvio que você não pensa na possibilidade de quebrar sua máquina, mas caso aconteça é preciso saber se existe alguma oficina autorizada em seu município.Pergunte ao revendedor.

Aqui estão algumas dicas para ajudá-los a comprar suas primeiras máquinas digitais.
Esperamos ter podido elucidar as dúvidas mais frequentes com relação ao que é importante na aquisição de seu aparelho.Outras dúvidas, contate-nos.

Agora dê um click.

Até a próxima.

domingo, 9 de agosto de 2009

Glossário Digital - Parte Final

Raw: Formato de gravação de imagens.No formato RAW, que em inglês significa "cru", os dados são gravados a partir do sensor, na sua forma bruta, sem processamento, sem compressão e sem interpolação.Considera-se o "negativo digital" da imagem.
Resolução: refere-se a quantidade de pixels de uma imagem.Pode ser apresentada em duas formas diferentes, DPI( dots per inch) ou Pontos por Polegada e PPI( pixels per inch) ou Pixels por Polegada.DPI geralmente é visto em imagens provenientes de scanners e PPI em câmeras digitais.
Resolução Óptica: resolução real de uma câmera ou scanner.É o número de pixels que pode ser gravado.
Resolução Interpolada: recurso de cálculo para ampliar o tamanho de imagens, no qual os pixels são analisados para efetuar a adição de outros extras.
Restauração de imagens: processo de recuperação de imagens ou partes delas por meio de programas de manipulação de imagens.
RGB: espaço de cor descrito pelas cores primárias .RED( vermelho), GREEN( verde), BLUE( azul).
RS232: padrão de comunicação de dados em forma serial, ou seja, os dados são transmitidos por uma única via, um após o outro.
Sangramento: termo utilizado para impressões que se estendem além do tamanho do papel.
Scanner: Dispositivo utilizado para digitalizar imagens.
SCSI: (Small Computer System Interface), trata-se de um padrão de conexão de periféricos onde cada um possui sua controladora.
SECAM: sistema de televisão utilizado na França.
Serrilhado: efeito indesejável que surge em imagens de baixa resolução, também conhecido como pixelização.A imagem fica com pequenos quadrados.
Servidor: microcomputador que executa um sistema operacional de rede, usualmente dotado de grande capacidade de armazenamento e responsável por serviços de comunicação e impressão.
Shadow: áreas de sombra em uma imagem.
Sharpness: referente a nitidez ou foco de uma imagem.
Sistema Operacional: conjunto de programas dedicados a controlar e efetuar as operações básicas em um computador.
Template: são molduras criadas, utilizando motivos variados( caledários, datas comemorativas, etc.), visando a fusão em imagens digitais.
Twain: padrão de comunicação utilizado pela maioria dos scanners e câmeras digitais.Este padrão permite que se faça a aquisição de imagens diretamente do software de manipulação de imagens.
Zoom digital: recurso eletrônico que amplia a área central da imagem por meio de interpolação de dados.O resultado geralmente não é satisfatório.
Zoom óptico: Recurso para se ampilar o tamanho da imagem pelo uso das lentes da câmera.É o mais indicado para aproximarmos o objeto da foto que se quer destacar.

Fica aqui concluído o pequeno e básico glossário digital que poderá ajuda-lo a iniciar no mundo da tecnologia de computadores e câmeras fotográficas.

Segue abaixo breve elucidação sobre Padrões de Conexão.

USB( Universal Serial Bus): transfere os dados de forma serial.Fluxo de dados a 12 Mbits/s.
USB 2.0 ou HI-SPEED USB: fluxo de dados a 480 Mbits/s.
FIREWARE(IEE 1394 ou ILINK): semelhante ao USB 2.0, foi desenvolvido pela APPLE.Fluxo de 400 Mbits/s.
Paralela convencional: trnasmissão paralela em conjuntos de 8 bits em uma única direção.
ETHERNET: protocolo para redes locais.Interliga computadores através de cabos.

Nas próximas postagens iremos começar a dar dicas sobre câmeras digitais, ou seja, o que se deve levar em consideração na hora de comprar seu equipamento.
Até lá e um ótimo Dia dos Pais a todos.E que voçês façam excelentes fotos.